Ele tem nome e tem medida. Entramos nesse estado em 54% do tempo de trabalho, e o número chega a 64% entre gestores. Mihaly Csikszentmihalyi passou décadas medindo o que acontece ali dentro, e uma das marcas que ele registrou é a frase que muita gente repete sem saber que cita ciência. Nem vi a hora passar.
O nome dele é flow. Você não precisa aprender esse superpoder, porque ele já é seu. Ele só está bloqueado.
Tudo em você apontado para a mesma coisa
flow é a sua capacidade inteira virada para uma ação só.
O corpo sai da conversa primeiro. Continua ali, sustentando você, e para de pedir atenção. Você não pensa na coluna, no braço, na hora.
O sentimento troca de lado. A ansiedade que rodava em volta do que ainda falta vira impulso do que está sendo feito agora. Você para de negociar com a vontade de sair.
E a atenção fecha. Some a voz que comenta o seu trabalho enquanto você trabalha. Sobra a obra.
Corpo, sentimento e atenção param de disputar espaço e servem à mesma ação. O dia rende mais, e cobra menos: nada em você está puxando para o outro lado.
O bloqueio não está em você
Repare no seu dia. Você mergulha no arquivo e, vinte minutos depois, o corpo volta a chamar. A mão sai do teclado para achar a alavanca embaixo do assento. A lombar pede outra altura. Você ajeita, volta, e demora alguns minutos para reencontrar o ponto.
Basta o corpo voltar a pedir atenção para os três se soltarem. Sair do estado leva um segundo, e voltar leva muito mais.
Metade de quem procura a Elements chega pela dor nas costas. A dor é a parte visível, e a parte cara é a continuidade que não volta no mesmo dia.
Você não está cansado do trabalho. Está cansado do lugar onde ele acontece.
O lugar dos projetos longos
A Elements não fabrica quem cria. Equipa o espaço de quem já está criando.
A EOS foi desenhada para o dia que não cabe em oito horas, em que a sua posição muda dez vezes porque o trabalho muda dez vezes. Escrever é uma posição. Destrinchar um problema difícil é outra, e ouvir a reunião que você não conduz é uma terceira, quase deitada.
Na EOS você troca entre elas com o polegar. O reclino é elétrico e vai da posição de digitar até 157 graus, quase deitado, sem que a sua mão saia do teclado e sem alavanca embaixo do assento. O encosto acompanha a sua coluna quando você desliza para a frente ou afunda para pensar, e não sobra ajuste para depois. Você muda de posição a manhã inteira sem parar o trabalho. A EOS cumpre a NR 17 e tem certificação BIFMA, o mínimo para uma cadeira de dez horas.
Nenhuma cadeira entrega o estado, e quem promete isso vende o que não existe. O que ela faz é tirar do caminho a parte que interrompe: o corpo para de chamar, o sentimento fica com o trabalho, a atenção não precisa ser reconstruída a cada hora.
É numa EOS que Rafa Dutra, fundador da Elements, passa os dias em que desenha os próximos dez anos da empresa. O que ele está desenhando cabe em uma frase: alta performance não é se queimar.
A cultura do trabalho ensinou que performar alto custa a noite, a semana e, mais tarde, a saúde. A Elements existe para desfazer essa troca. Ninguém precisa se queimar para chegar longe, e quem realiza mais é quem passa mais tempo dentro do próprio flow. Ressignificar a alta performance pelo flow é o trabalho da marca, e a cadeira é a parte desse trabalho que chega até a sua sala.
Sem medo, até a realização
O que você faz com ele
O superpoder é seu. Ele aparece quando o desafio está à altura da sua competência, e essa metade da conta ninguém constrói por você.
A outra metade é o lugar onde você senta.
Conheça a EOS e veja se ela sustenta o seu dia.